Olá, pessoal!! Tive alguns probleminhas
familiares e o nosso Blog acabou ficando algum tempo parado... mas a vida segue
e estou voltando com várias novidades!
Uma delas é a parceria com a LENDARI, que
iniciou suas atividades em 2014, com o lançamento de sua primeira Antologia,
“QUANDO A SELVA SUSURRA”, uma obra com contos baseados nas Lendas Amazônicas. De
lá para cá foram lançadas várias obras, todas na edição 2016 da Bienal de São
Paulo. Em 2017 teremos muitas novidades, não deixem de nos acompanhar e ficar
por dentro de tudo!
INSTAGRAM: @lendaribr / FANPAGE / SITE
*SOBRE SEUS LANÇAMENTOS:
DADOS TÉCNICOS
Título: Quando a selva sussurra - contos
amazônicos
Autores: Alcides Saggioro, Andrés Pascal,
Attaíde Marttins, Bruna Galvão, Emerson Quaresma, Jan Santos, Lunay Costa,
Marcos Brito, Maria Santino, Mário Bentes (organizador), Patrícia Ferreira,
Raphael Alves, Rodrigo Ortiz Vinholo, Rossemberg Freitas e Virgínia Allan.
Ilustrações: Rafael Rodrigues / Animeniac Xmao
Capa: Gabriella Regina
Ano: 2015
SINOPSE: Muito antes do homem, há o mistério.
Em meio à imensidão das florestas, existe algo que vai além dos rios, igapós e
das barrancas de terras caídas. Uma chave que brilha em verde-esmeralda e que
guarda a entrada da origem de tudo: da copa intransponível das árvores, que
quase não permite que o solo úmido veja a luz do Sol, a todo ser vivente que
caminha furtivamente pelos meandros dos segredos. Há quem adentre a selva sem
pedir permissão e nunca mais retorne. Há quem desista de encará-la quando os
ventos trazem o canto invisível do Uirapuru, os passos do Mapinguari ouvidos de
muito longe ou mesmo as vozes sem face que sussurram sem dizer uma palavra. E
há quem nada saiba sobre ela. Quando a selva sussurra é uma coletânea de contos
baseados em lendas amazônicas. Revisitadas, relidas e reinterpretadas por
autores que, como “mateiros” – os homens nativos da região que conhecem como
ninguém todas as sinalizações ocultas da floresta –, vão conduzir o leitor à
face do inexplorado, ao alcance do mitológico, às estradas perdidas do Eldorado
literário onde todas as verdades se apresentam como lendas ainda hoje contadas
pela oralidade dos antigos. Histórias que não se perdem quando passadas
adiante. E que vão continuar. Porque o mistério permanecerá depois do homem.
SKOOB
Título: A Rainha de Maio
Autor: Jan Santos
Capa: Gaby Firmo
Ano: 2016
SINOPSE: A sombra volta a crescer sob os galhos
da Floresta Baixa, os suanam sangue-pedra que caçam entre suas trilhas verdes
falam de assobios sinistros, visagens no meio do riacho e de animais sendo
mortos. Também falam da rainha dos demônios do mato, da Maria-bicho,
Maria-fogo, que se veste com chama branca e assombra as clareiras e o sono
caçadores. Anga, sangue-pedra que mal se tornou homem, cresceu ouvindo falar de
como os espíritos ruins se juntam ao redor dela, de como os deuses temem sua
malícia que queima feito brasa, mas Anga não sente medo. O suanam, jovem demais
para saber o valor da prudência e da verdade tenebrosa que mora no interior de
cada história e canção de ninar, resolve seguir os passos da mãe e desafiar a
entidade, apenas para descobrir que não são poucos os perigos que o aguardam na
Floresta Baixa. SKOOB
Título: Quase o fim
Autor: Leila Plácido
Capa: Gaby Firmo
Ano: 2016
SINOPSE: Quase o Fim não é uma história com
romance, mágica ou final feliz, embora o humor sombrio daquela que nos guia
pela escuridão seja surpreendentemente cativante. Em meio à morte, destruição e
caos total, Zoé nos leva a conhecer a sua realidade apocalíptica imposta por um
grupo terrorista de ação global autodenominado “Messias”, que durante séculos
se camuflaram perfeitamente entre nós, os cidadãos mais medíocres, a espera do
momento perfeito para a purificação do planeta e a reestruturação da sociedade.
Acompanhamos página após página os relatos alucinantes e despretensiosos, porém
cativantes da garota que escreve na esperança de que um dia alguém
(sobrevivente ou alienígena) encontre seus blocos de anotações. Zoé nos conta
como os “Messias” mudaram o mundo não com vírus modificados ou zumbis
fabricados em laboratório ou com uma aliança alienígena, mas, com as velhas
bombas e a manipulação da sociedade, ambas as armas já conhecidas de todos nós.
Com o bom humor que não costuma preceder cenários e mortes desse gênero, ela
narra numa linguagem descontraída os eventos que antecedem o seu fim e quem
sabe, o fim de todos. SKOOB
DADOS TÉCNICOS
Título: Minhas conversas com o diabo: livro um
Autor: Mário Bentes
Capa: Gaby Firmo
Ano: 2016
SINOPSE: “Cortem a criança ao meio e dê cada
parte a uma mulher”, disse o Rei Salomão, diante das duas mulheres que
reclamavam a maternidade de um bebê. De modo que a mãe verdadeira imediatamente
protestou, pois preferia ver o filho ser entregue à outra que assistir a morte
do inocente, sangue de seu sangue, diante dos seus olhos. Salomão soube, assim,
que esta que agora cedia à disputa era senão a matriarca verdadeira, ao
contrário da outra, que concordara com absurda sugestão do rei. A famosa cena é
apenas uma amostra da vasta sabedoria do Rei Salomão, que dizem que era
inspirado por Deus. Mas há uma lenda antiga que diz que os profundos
conhecimentos do rei sobre todas as coisas não vinham unicamente do Criador,
mas dos servos daquele que vem, rouba, mata e destrói. No total, Salomão
conjurou, ouviu e registrou para si os saberes reunidos de 72 demônios. Ao fim
da empreitada, o monarca aprisionou os caídos em um jarro de bronze, o selou e
o lançou no fundo de um lago. Mas os babilônios, vendo tal cena, acreditaram
que lá haviam tesouros reais e foram resgatar o artefato, sem que ninguém os
vissem. Encontraram-no após dias, abriram-no e concederam a liberdade, outra
vez, aos 72 anjos da escuridão. Libertos da clausura, voltaram a percorrer o
mundo para atentar, ludibriar e mentir contra os homens – cada um com suas
artimanhas, joguetes e aparência. Do mesmo autor de “A terra por onde caminho”,
“Minhas conversas com o diabo”, de Mário Bentes, reúne uma coletânea de contos
onde tais potestades da terra e do ar encontram-se com seres humanos que, ao
contrário dos reis e de outros homens de poder, almejavam coisas simples:
reconhecimento profissional, rever um familiar desaparecido ou ter uma nova
chance pelo amor. Mas os saberes arcanos, repassados pelos caídos, têm seu
preço: seja ele em peso de ouro, prata ou carne. E, cedo ou tarde, eles voltam
para cobrar a conta. SKOOB
DADOS TÉCNICOS
Título: O último Gargalo de Gaia: distopias,
steampunk e dias finais
Autores: Alexandre Castro, Vinícius Alves do
Amaral, Júlio Gomes, Paulo Florindo, Rodrigo Ortiz Vinholo, Rômulo Araújo,
Enéias Tavares (convidado) e Mário Bentes (organizador). Capa: Marina Ávila
Ano: 2017
SINOPSE: Se há tantos planetas com condições
similares às da Terra em todo o Universo, possibilitando, portanto, o
surgimento da vida – inclusive da vida inteligente –, onde estão os outros? Tal
questão foi seriamente levantada por volta de 1950 pelo físico Enrico Fermi,
enquanto discutia com outros cientistas sobre o aparente paradoxo, que veio a
ser conhecido como Paradoxo de Fermi. Mais tarde, nos anos 60, o astrônomo
Frank Drake propôs uma complexa equação matemática – chamada, posteriormente,
de Equação de Drake – que objetivava encontrar um modo de avaliar as
possibilidades relacionadas com a existência ou não da vida alienígena. Anos
mais tarde, sem que a comunidade científica internacional chegasse a uma
conclusão, alguns pesquisadores especularam possíveis soluções ao paradoxo. Um deles,
Robin Hanson, propôs que, na verdade, havia algum tipo de obstáculo que
impedia, em algum momento, que a vida se desenvolvesse além de um certo estágio
– proposição atualmente rotulada de Hipótese do Grande Filtro. Mas qual seria
este estágio – ou estágios? Eles realmente existem? Se existem, são naturais?
Se são naturais, a Terra precisou superá-los para estarmos aqui? É aí que surge
uma outra via: a Hipótese do Gargalo de Gaia. Os pesquisadores desta linha de
pensamento acreditam que, na verdade, a própria vida, em seu início, seja tão
frágil que as próprias condições instáveis de seus planetas sejam as
responsáveis por sua extinção. Há indícios de que Marte e Vênus, por exemplo,
tenham sido palcos ideais para a formação da vida, mas hoje não passam de
cenários desolados, estéreis e mortos. Mas ninguém garante, afinal, que o
último gargalo precise vir, necessariamente, nos primeiros estágios da vida.
Ele pode aparecer sem aviso, quando a vida está em plenamente desenvolvida, com
seres inteligentes e certos de sua imortalidade enquanto espécie. Mas, ao
contrário do que pode parecer, a existência de vida alienígena não é o tema
principal de O último Gargalo de Gaia: distopias, steampunk e dias finais. Esta
obra, na realidade, trata das mil e uma possibilidades de extinção em massa da
vida na Terra – seja por motivações naturais, aparentemente naturais ou
deliberadamente artificiais. Com diferentes visões, que incluem a apresentação
de passados alternativos e suas tecnologias impossíveis, distopias apocalípticas
e até mesmo dramas que abordam questões filosóficas, os autores desta antologia
de ficção científica trazem para o leitor os diferentes nomes e características
dos gargalos que, finalmente, calarão nosso sopro existencial. Até que, outra
vez, em outra parte distante do Cosmos, a vida volte a florescer. SKOOB
Título: O Chamado À Aventura De Criar: A
Jornada Do Herói, Criação De Personagens E Métodos De Escrita
Autor: Mário Bentes
Capa: Francisco Martins (Project Nine)
Ano: 2017
SINOPSE: O que O Senhor dos Anéis (1954) teria
em comum com História Sem Fim (1984)? Exatamente o mesmo que têm entre si os
filmes O procurado (2008), Beleza americana (2000), A vida secreta de Walter
Mitty (2013), e até as comédias Eu, eu mesmo e Irene (2000) e O Melhor Amigo da
Noiva (2008). Em todos eles, há uma estrutura comum, nascida do inconsciente
coletivo da humanidade: a Jornada do Herói. Percebida pelo antropólogo Joseph
Campbell como uma espécie de "DNA" em dezenas de narrativas
mitológicas, a Jornada do Herói permanece, ainda hoje, como uma das mais
importantes ferramentas de Storytelling utilizadas por escritores, roteiristas
e criativos para nortear o enredo de livros, peças teatrais e roteiros de
cinema. O chamado à aventura de criar, de Mário Bentes, revisita cada etapa da
Jornada, indicando livros e filmes contemporâneos que bebem desta fonte para
garantir o sucesso de suas criações. Que o digam os blockbusters Guerra nas
Estrelas: O Despertar da Força (2015), Guardiões da Galáxia (2014), as HQs
Planeta Hulk (2006) e 300 (1998), a saga Harry Potter (1997), entre outros. O
livro também aborda a criação de personagens através dos arquétipos humanos do
psicólogo suíço Carl Jung, e uma série de métodos de preparação, planejamento e
métodos de escrita para contos e romances complexos. Uma obra essencial para
todos os que sonham em mergulhar no fascinante universo da escrita literária.
Logo traremos mais notícias a respeito de seus
trabalhos!
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